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O que uma sociedade ensina seus jovens a admirar

Foto do escritor: Contemporâneo
Contemporâneo
há 1 dia
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📷 ASSAF, Alexandre. O que uma sociedade ensina seus jovens a admirar [imagem digital]. 2026. Arte original produzida com auxílio de inteligência artificial (ChatGPT).
📷 ASSAF, Alexandre. O que uma sociedade ensina seus jovens a admirar [imagem digital]. 2026. Arte original produzida com auxílio de inteligência artificial (ChatGPT).

Em uma economia orientada pela inovação, o desenvolvimento depende não apenas da formação de cientistas, mas também da construção de uma cultura que reconheça o conhecimento, a pesquisa e a competência técnica como formas legítimas de prestígio, autonomia e ascensão social.

 

Em algumas cidades chinesas, cientistas começaram a ocupar espaços publicitários normalmente destinados a marcas, artistas e celebridades. Em áreas comerciais de Shandong, grandes painéis passaram a exibir nomes como Qian Xuesen, Deng Jiaxian, Qian Sanqiang, Guo Yonghuai e Yuan Longping. A iniciativa também chegou a outros espaços urbanos, como telas de metrô e centros comerciais.

 

A imagem é incomum, mas a mensagem é direta: o conhecimento também pode ser admirado.

 

Não se trata apenas de homenagear pesquisadores. Trata-se de colocá-los no campo de visão cotidiano de uma geração. Uma criança que atravessa diariamente uma praça e encontra o rosto de um cientista em um enorme painel pode incorporá-lo, pouco a pouco, ao próprio repertório de referências.

 

Em sua teoria da aprendizagem social, Albert Bandura (1977) sustenta que comportamentos, atitudes e padrões de identificação são influenciados pela observação de modelos socialmente disponíveis. Aquilo que uma sociedade apresenta repetidamente como digno de admiração também participa da formação das aspirações de seus jovens.

 

O espaço público ensina, ainda que silenciosamente, o que merece ser desejado

 

É nesse ponto que a iniciativa chinesa ultrapassa a dimensão estética. Ao ocupar locais tradicionalmente destinados ao consumo e ao entretenimento com imagens de cientistas e pesquisadores, cria-se uma espécie de pedagogia urbana do prestígio. Primeiro vem a familiaridade; depois, a curiosidade; eventualmente, a identificação.

 

Uma criança talvez não compreenda, de imediato, a contribuição de Qian Xuesen para a engenharia aeroespacial ou de Yuan Longping para a agricultura. Ainda assim, a presença desses personagens no cotidiano transmite uma ideia fundamental: produzir conhecimento pode ser uma forma socialmente reconhecida de grandeza.

 

A experiência também revela um conflito menos visível: definir quais modelos de sucesso uma sociedade oferece às suas crianças.

 

A disputa pela atenção

 

Em 1971, Herbert Simon observou que, em um mundo rico em informação, a atenção se torna um recurso escasso (SIMON, Herbert, 1971). A formulação tornou-se ainda mais atual em uma sociedade saturada por notificações, vídeos curtos, publicidade, entretenimento e estímulos sucessivos.

 

O problema contemporâneo já não é apenas a falta de informação. É a competição pelo tempo cognitivo das pessoas. Quem consegue ocupar a atenção de uma sociedade está, em alguma medida, disputando seu futuro.

 

A experiência chinesa sugere que a ciência também precisa participar dessa disputa. E há evidências de que essa valorização não se limita aos outdoors.

 

Desde 2023, o Ministério da Educação chinês vem estimulando a participação direta de pesquisadores nas escolas por meio da figura dos chamados “vice-diretores de ciência”.

 

Em 2025, a agência estatal Xinhua informou que milhares de pesquisadores já haviam assumido essa função e que cerca de 45% das escolas primárias e secundárias haviam nomeado profissionais para esse papel nos dois anos anteriores. A iniciativa busca aproximar cientistas dos estudantes, levar experimentos aos ambientes escolares e tornar a carreira científica uma possibilidade concreta no imaginário dos jovens.

 

Em novembro de 2025, o Ministério da Educação e outros seis órgãos chineses também lançaram uma política nacional para fortalecer a educação científica e tecnológica no ensino básico, estabelecendo como objetivo a construção, até 2030, de um sistema abrangente de educação científica e tecnológica.

 

Em 2026, essa agenda continuou a ser reforçada. O governo chinês passou a destacar conjuntamente educação, ciência, tecnologia e formação de talentos como pilares estratégicos do desenvolvimento nacional, além de defender a identificação e o estímulo de jovens talentos científicos.

 

No mesmo ano, a China promoveu histórias de trabalhadores da ciência e tecnologia como modelos públicos de dedicação à ciência e instituiu atividades nacionais destinadas a valorizar esses profissionais.

 

Os outdoors, portanto, parecem fazer parte de algo maior: uma tentativa de aproximar ciência, educação, prestígio social e projeto de desenvolvimento.

 

Quando determinados modelos de sucesso baseados em fama, consumo e visibilidade dominam o ambiente simbólico, o repertório de aspirações pode se estreitar. Quando também encontram cientistas, engenheiros, técnicos e pesquisadores no espaço público, ampliam-se as possibilidades de imaginar diferentes trajetórias de vida.

 

Isso não significa defender a substituição da arte, da cultura ou do entretenimento pela ciência. Uma sociedade livre precisa comportar múltiplas formas de expressão.

 

O problema surge quando o espetáculo ocupa quase todo o espaço simbólico destinado à construção de aspirações, enquanto a pesquisa, a leitura, a engenharia e a formação profissional permanecem confinadas às escolas, universidades e instituições especializadas.

 

A questão, portanto, não é eliminar as celebridades. É perguntar quais outras figuras recebem reconhecimento e visibilidade.

 

O desafio brasileiro


O Brasil construiu, nas últimas décadas, uma estrutura relevante de pós-graduação e pesquisa. Também ampliou significativamente a formação de mestres e doutores.

 

O problema aparece quando se observa o que acontece depois da titulação.

 

Formar pesquisadores sem construir um mercado capaz de absorver suas competências produz uma contradição estrutural.

 

O próprio presidente do CNPq, Ricardo Galvão, afirmou que o Brasil forma mais de 20 mil doutores por ano e que uma parcela significativa deles não chega a ser absorvida pelo setor acadêmico. O CNPq reconhece, nesse contexto, a necessidade de ampliar a presença de cientistas em empresas e corporações públicas e privadas que desenvolvam pesquisa aplicada.

 

Há também um contraste relevante na distribuição desses profissionais. Segundo estimativa apresentada pelo presidente da Fundação Araucária em 2025, enquanto em países desenvolvidos cerca de 40% dos profissionais com doutorado trabalhariam no setor empresarial, no Brasil quase 90% dos doutores estariam concentrados na academia (FUNDAÇÃO ARAUCÁRIA, 2025). Trata-se de uma estimativa institucional, e não de uma estatística nacional consolidada, mas ela evidencia o problema da baixa conexão entre a formação avançada e o setor produtivo.

 

A própria CAPES (2026) vem tratando a empregabilidade de mestres e doutores como questão estratégica. Em 2026, CAPES e CGEE passaram a analisar dados de empregabilidade dos pós-graduados depois da conclusão de mestrados e doutorados, enquanto a Agenda Nacional para a Formação de Pessoal de Nível Superior passou a enfatizar a formação, fixação e atração de pesquisadores em conexão com as demandas reais da sociedade.

 

O país forma pessoas capazes de produzir conhecimento, mas ainda enfrenta dificuldades para converter esse conhecimento em carreira, inovação, produtividade, propriedade intelectual e atividade econômica.  

 

Isso não é apenas um problema trabalhista. É um problema de desenvolvimento.

 

Cada doutor representa anos de formação, orientação, bolsas, infraestrutura, laboratórios, bibliotecas e investimento público ou privado. Quando esse profissional não encontra condições para transformar sua competência em valor econômico e social, perde-se uma parcela importante desse investimento.

 

Formar cientistas sem criar condições para que eles trabalhem como cientistas é uma forma sofisticada de desperdício de capital humano.

 

Mas há uma distinção importante a fazer: a solução não consiste em transformar a universidade no único horizonte legítimo de ascensão.

 

Uma sociedade madura precisa valorizar tanto o conhecimento acadêmico quanto o conhecimento técnico.

 

Pesquisadores, engenheiros, médicos e professores são indispensáveis. Também o são os técnicos em eletrônica, automação, informática, redes, mecânica, mecatrônica, energia, manutenção industrial, construção civil e tantas outras áreas que sustentam materialmente a economia contemporânea.

 

O conhecimento não precisa conduzir necessariamente ao doutorado para produzir autonomia.

 

Ensino técnico e autonomia

 

A experiência alemã oferece uma referência importante porque combina formação escolar, aprendizagem prática e participação empresarial na preparação profissional. No sistema dual (BIBB, 2026), a formação ocorre em dois espaços complementares: a empresa e a escola profissional.

 

Esse modelo não deve ser importado mecanicamente para o Brasil, mas apresenta um princípio útil: uma economia produtiva precisa de diferentes níveis de especialização e de diferentes portas de entrada para o conhecimento.

 

Esse princípio é especialmente importante para a juventude das periferias brasileiras.

 

Nem todo jovem terá interesse ou condições de seguir imediatamente para uma graduação, uma pós-graduação ou uma carreira acadêmica. Isso não significa que esteja condenado à informalidade, à precariedade ou à inatividade.

 

Um jovem que aprende programação, manutenção de computadores, redes, automação, instalação de sistemas fotovoltaicos, eletrônica, mecânica, análise de dados ou fabricação digital pode conquistar muito mais do que uma profissão. Pode conquistar autonomia.

 

Pode trabalhar e gerar renda. Pode empreender e transformar conhecimento em valor. Pode compreender, operar e criar tecnologia, em vez de apenas consumi-la. Pode prestar serviços com qualificação e independência. E pode continuar aprendendo ao longo da vida.

 

O ensino técnico não deve ser tratado como uma alternativa “menor” à universidade, destinada àqueles que não conseguiram chegar ao ensino superior. Deve ser compreendido como uma modalidade própria de formação, necessária para uma economia tecnologicamente complexa.

 

Essa mudança de perspectiva também pode contribuir para enfrentar o problema dos jovens que não estudam, não trabalham e não estão em qualificação profissional.

 

Os dados mais recentes do IBGE (2026) mostram a dimensão do desafio. Em 2025, o Brasil tinha 46,6 milhões de pessoas de 15 a 29 anos. Desse total, 16,6% não trabalhavam, não estudavam nem frequentavam algum curso de qualificação profissional. O percentual caiu em relação aos anos anteriores, mas o contingente continua expressivo.

 

O dado merece uma leitura cuidadosa. “Não estudar nem trabalhar” não significa necessariamente ociosidade voluntária. Há diferenças importantes de gênero, renda, responsabilidades familiares, acesso à educação e condições de entrada no mercado de trabalho.

 

Ainda assim, o número revela uma questão estrutural: milhões de jovens permanecem fora simultaneamente dos principais mecanismos de formação e inserção produtiva.

 

O enfrentamento desse fenômeno exige mais do que políticas de assistência ou mecanismos de controle: exige a criação de rotas concretas de entrada no conhecimento, na qualificação e no trabalho produtivo.

 

Cursos técnicos, aprendizagem profissional, formação tecnológica, certificações e experiências práticas podem funcionar como pontes entre a escola e o mercado. Mais do que isso, podem mostrar ao jovem que o conhecimento possui utilidade concreta.

 

Ensinar uma competência técnica é também ensinar uma possibilidade de futuro

 

Em uma sociedade profundamente dependente de tecnologia, compreender minimamente como funcionam redes, sistemas digitais, inteligência artificial, energia, máquinas, segurança da informação e ferramentas de produção deixou de ser apenas uma vantagem profissional. Tornou-se parte da capacidade de participar autonomamente da vida econômica e social.

 

Por isso, o prestígio do conhecimento precisa ser democrático.

 

Não deve existir apenas o ideal do jovem que se torna doutor. Deve existir também o ideal do jovem que se torna um técnico altamente qualificado, desenvolvedor, eletricista especializado, mecânico de precisão, profissional de automação, especialista em redes ou empreendedor tecnológico.

 

Todos participam da mesma economia do conhecimento.

 

Conhecimento e hierarquia de prestígio

 

Uma sociedade não transmite apenas conhecimentos. Ela também transmite hierarquias de prestígio. Ensina, explícita ou implicitamente, quem merece ser ouvido, quem merece ser admirado e que tipo de trajetória representa sucesso.

 

A noção baconiana dos ídolos do foro pode oferecer, com as devidas cautelas, uma chave de leitura para o ambiente contemporâneo. Em Novum Organum, Francis Bacon identificou falsas noções produzidas pela linguagem, pela comunicação e pela convivência, capazes de distorcer o entendimento humano.

 

O problema atual não está na existência de entretenimento, celebridades ou influenciadores. Surge quando se confunde visibilidade com autoridade, audiência com competência e aparência de sucesso com criação efetiva de valor.

 

Parte relevante da comunicação digital apresenta modelos de realização baseados em consumo ostensivo, exposição permanente, viralização e promessas de enriquecimento rápido.

 

Não se trata de demonizar indivíduos, mas de perguntar quais referências de sucesso estamos oferecendo às novas gerações.

 

Essa questão se torna ainda mais séria quando determinados conteúdos associam entretenimento à promoção de comportamentos de risco financeiro, em uma sociedade na qual muitas famílias enfrentam restrições orçamentárias e dificuldades de planejamento.

 

Os resultados educacionais reforçam a dimensão do desafio. Segundo a OCDE, no PISA 2025, o Brasil obteve 377 pontos em matemática, 408 em leitura e 409 em ciências, permanecendo abaixo das médias da organização. Em resolução de problemas computacionais, alcançou 406 pontos, contra 500 da média da OCDE (OECD Publishing, 2026).

 

Esses dados não autorizam atribuir o quadro a uma única causa, pois a educação é influenciada por fatores econômicos, sociais, institucionais, familiares e escolares.

 

Eles permitem, contudo, uma pergunta incômoda: que sociedade estamos construindo quando o conhecimento é apresentado como obrigação escolar, enquanto o sucesso é frequentemente apresentado como espetáculo?

 

Uma economia que pretende aumentar a produtividade, incorporar tecnologia e ampliar sua capacidade de inovação precisa formar pessoas com domínio mais sólido de competências matemáticas, científicas, de leitura e digitais.

 

O conhecimento não é um luxo acadêmico. É infraestrutura humana para o desenvolvimento.

 

Uma escolha cultural

 

O século XXI exige uma mudança de perspectiva.

 

Se uma criança cresce vendo cientistas como figuras socialmente relevantes, pesquisadores como profissionais admirados e o conhecimento como instrumento de transformação, amplia-se o repertório de profissões que ela consegue imaginar como possíveis.

 

O mesmo raciocínio vale para o ensino técnico. Se um jovem entende que ser um excelente técnico, programador, eletricista, mecânico, operador de automação ou profissional de tecnologia pode representar competência, renda, autonomia e reconhecimento, seu horizonte de ascensão deixa de estar limitado à universidade.

 

Antes de escolher uma profissão, é preciso conseguir imaginá-la como possibilidade de vida.

 

Não é necessário copiar o modelo político, institucional ou cultural de nenhum país para compreender a pergunta que a experiência chinesa suscita: quais são as nossas principais referências públicas? Quais rostos colocamos nas grandes telas? Quais profissões recebem reconhecimento? Que trajetórias associamos ao sucesso? Que tipo de pessoa uma criança imagina que precisa se tornar para ser respeitada?

 

As respostas têm consequências econômicas.

 

Uma sociedade que valoriza o conhecimento pode criar incentivos culturais para estudar, pesquisar, empreender, inovar e acumular competências. Já uma sociedade que prestigia apenas a visibilidade pode confundir audiência com autoridade, influência com conhecimento e aparência de sucesso com criação de valor.  

 

O desafio brasileiro não é apenas aumentar o número de pesquisadores.

 

É criar carreiras para cientistas, fortalecer empresas e instituições capazes de absorver conhecimento, aproximar escolas e mercados de trabalho e reconhecer a formação técnica como instrumento legítimo de mobilidade social.

 

Para além da mudança cultural, é imperativo redesenhar os incentivos econômicos do país. A consolidação de uma economia baseada no conhecimento exige políticas ativas de Estado — como créditos fiscais para inovação, desonerações para empresas que contratem mestres e doutores em setores estratégicos e marcos regulatórios que facilitem o intercâmbio de laboratórios universitários com o parque fabril. Sem mecanismos sólidos que estimulem o investimento privado em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), continuaremos a exportar matéria-prima e a desperdiçar o potencial de nossos talentos. Aproximar a ciência do mercado não significa subordiná-la à lógica do lucro imediato, mas garantir que a engenhosidade nacional encontre solo fértil para florescer, gerar riqueza e transformar inovação em soberania produtiva.

 

Quando uma criança olha para um painel e reconhece um cientista, uma mensagem silenciosa é transmitida: este também é alguém que vale a pena admirar.

 

Quando um jovem aprende uma competência técnica e percebe que pode transformá-la em trabalho, renda e autonomia, outra mensagem igualmente importante aparece: o conhecimento pode mudar sua posição no mundo.

 

Países não constroem o futuro apenas com orçamento, infraestrutura ou tecnologia. Constroem-no também com aquilo que ensinam suas crianças e seus jovens a admirar.


Uma sociedade que pretende prosperar na economia do conhecimento precisa reconhecer que ciência, pesquisa e competência técnica não são atributos periféricos, mas fundamentos do desenvolvimento.

 

Isso não significa substituir a cultura, a arte ou o entretenimento pela ciência.

 

Significa impedir que o espetáculo seja a única linguagem socialmente associada ao sucesso.

 

A experiência chinesa sugere que a disputa pelo futuro também acontece nas ruas, nas telas e na imaginação das crianças. O Brasil ainda pode aprender essa lição.

 

Conhecimento não pode ser apenas aquilo que uma sociedade produz. Precisa ser também aquilo que ela aprende a admirar.

 

Referências

 

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS IBGE. Cai a proporção de jovens que não trabalham, não estudam e nem se qualificam. Agência de Notícias IBGE, Rio de Janeiro, 19 jun. 2026. Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/47222-cai-a-proporcao-de-jovens-que-nao-trabalham-nao-estudam-e-nem-se-qualificam. Acesso em: 19 set. 2026.

 

BACON, Francis. Novum Organum: ou verdadeiras indicações acerca da interpretação da natureza. Tradução de José Aluysio Reis de Andrade. São Paulo: Nova Cultural, 1999. (Coleção Os Pensadores).

 

BANDURA, Albert. Social Learning Theory. Englewood Cliffs: Prentice-Hall, 1977.

 

BUNDESINSTITUT FÜR BERUFSBILDUNG (BIBB). The dual system. Bonn: BIBB, 2026. Disponível em: https://www.bibb.de/en/77203.php. Acesso em: 19 set. 2026.

 

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